O desespero toma conta de mim. Um trabalho final mal começado me espera às 11h da manhã. Eu me espero em uma cama quente com cobertor macio. E ele continua aqui, parado na minha frente. Ele nunca vai embora. Grita e eu não ouço. Ele é mudo e eu sou surda. Me deixei estar.
E já passa da meia-noite.
¬ P. Quintão
¬ P. Quintão

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